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sábado, 5 de dezembro de 2009

Sucesso

As vezes esperamos, nos preparamos e buscamos algumas metas que nem sempre se concretizam.

Após muito trabalho, desenvolvimento pessoal e profissional, após engolir muitos sapos, se envolver emocionalmente com a empresa e tudo o mais que envolve uma expectativa de crescimento, nos vemos frustrados, magoados e "derrubados", além de ver outra pessoa ocupar o lugar que estavamos "namorando".

A vida é cheia de obstáculos e todos eles, sem excessão, são superáveis. "Deus dá o frio de acordo com o cobertor de cada um."

Na minha visão de mundo, todos somos capazes de tudo, desde que nos preparemos para o que almejamos. Por isso, sempre planeje, trace metas e prepare-se para abraçar as oportunidades que sempre irão lhe aparecer. Não porquê alguém achou lindos os seus olhos azuis, mas sim, porquê você buscou, foi atraz, criou a oportunidade.

Não lamente o objetivo não alcançado. Aproveite todo o crescimento e aprendizagem e aplique suas forças em um novo objetivo.

Este novo objetivo, tenha certeza, será maior que o anterior, não por mera ambição, mas porquê as suas habilidades foram aumentadas.

Preparo + Paciência + Trabalho + Determinação = Sucesso

Busque sempre!

Ninguém nunca atinge o sucesso sem ter enfrentado alguns fracassos.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

12 de Junho

Dia 12 de junho. Ou você está depressivo ou você está feliz, ou você é frio o suficiente para não estar nenhum dos dois.

Por muitas vezes eu estive depressivo e tentava transmitir frieza para que ninguém percebesse minha vontade de estar com alguém. Algumas vezes eu estive feliz, mas juro que não me lembro destas vezes... é o efeito dos anos.

Hoje, por mais contratempos que eu esteja vivenciando, eu me sinto realmente feliz!

Encontrei a namorada que eu queria, mas não estava procurando. Foi engraçado, a olhei desde o principio, mas só me dei conta de que estava apaixonado por ela depois que saímos algumas vezes.

Decidi que estou no alto de um trampolim sem enxergar a piscina embaixo. Decidi me jogar de cabeça. Não sei nadar nessa piscina. Então, de duas, uma: ou eu arrebento a cabeça no azulejo ou eu me afogo. Quero me afogar. Quero estar envolto por todos os lados. Quero estar feliz nesta piscina. Quero amar.

Vivi, te adoro.
Feliz dia dos namorados!

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Reflexão

"Essa vida é engraçada, veja só como é que é:
Você quer quem não te quer e quem te quer você não quer."

Eu só quiz dizer - Os Thompsons

quinta-feira, 26 de março de 2009

Paternidade

As vezes as noticias chegam e mudam totalmente nosso estado de espirito. Desta vez me senti homem, velho, responsável... maduro. Foi a segunda vez que aconteceu comigo e juro que as diferenças entre elas são evidentes.

Do que estou falando? Minha ex-namorada está grávida!


Da mesma forma que há 7 anos atrás, a diferença entre mim e o pai da criança foi de apenas um mês, a mãe ficou super feliz e empolgada com a notícia (afinal era um desejo antigo) e me fez lembrar do meu maior sonho: ser Pai.


E onde está a diferença evidente, então?


A diferença está no meu sentimento e reação. Na primeira vez, senti medo, insegurança, alegria, preocupação e um instinto paternal precoce. Já hoje, sinto-me feliz, sinto que se eu fosse o pai, que eu estaria pronto, eu saberia como agir, como lidar e como amar, sem medo.


A paternidade é uma dádiva divina, é sublime, é fantástica! choro feito criança quando vejo filmes que mostram a relação forte entre pai e filho (o último foi procurando nemo - segunda vez que eu assisti e minha mãe e minha namorada estavam dormindo no sofá de casa).


Acredito que por ter crescido sem meu pai, eu saiba exatamente onde um bom pai faz falta na vida de uma criança. Talvez por isso eu saiba que tudo que tenho e faço, é em prol dos meus filhos. Amo-lhes antes de tê-los.


As mães que me leem, desejo que sejam amandas por seus filhos e saibam ensinar-lhes tudo o que precisam.


Aos pais, amem seus filhos. Eles são o melhor que vocês podem fazer.

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

Voto facultativo e censitário

Hoje pela manhã eu fiquei triste com o meu país. Como em todos os dias eu cheguei ao escritório, resolvi os assuntos mais urgentes e fui ler as notícias na Internet. Estava lá, nas últimas notícias: “Presidente do STF manda soltar Marcos Valério e seu sócio”. Eles, assim como tantos outros, receberam os benefícios da “impunidade brasileira” e da nossa tão aclamada corrupção. Não bastante, após inúmeros escândalos a popularidade do nosso presidente “altamente escolarizado” acabou de bater mais um recorde e, claro, não foi o único a bater recordes; a nossa “amada” novela acompanhou o presidente no interesse do povo.

Neste cenário, voltei a refletir sobre a forma como escolhemos nossos líderes. Sem
hipocrisias e utopias, não vou falar sobre minha “paixão de adolescente” (apesar de ter achado linda a sua aplicação). Vou falar apenas de Democracia.

No Wikipédia existe um parágrafo que resume bem minha opinião sobre a democracia brasileira:

“No Brasil, o voto é obrigatório para cidadãos entre 18 e 70 anos, e opcional para cidadãos de 16, 17 ou acima de 70 anos. Críticos dessa lei argumentam que ela facilita a criação de currais eleitorais, onde eleitores de baixo nível educacional e social são facilmente corrompidos por políticos de maior poder financeiro, que usam técnicas de marketing (quando não dinheiro vivo ou favores directos) para cooptá-los. Ainda de acordo com os críticos, o voto obrigatório é uma distorção: o voto é um direito, e a população não pode ser coagida a exercê-lo.”

Após apresentar o cenário e a opinião, resta mostrar-lhes o modelo que acredito funcionar; afinal, não adianta apontar o dedo e criticar se não for para mostrar uma solução. Serão quatro passos:

1º Passo

O voto deve ser facultativo. Uma pessoa obrigada a votar, vota em qualquer candidato, anula seu voto, vota no candidato que o vizinho disse que é bom, ou pior, vota no candidato que lhe deu uma cesta básica antes da eleição. O voto faz parte do direito do cidadão e abster-se de um direito também é um direito.

2º Passo

O voto deve ser
distrital. O cidadão deve poder acompanhar e cobrar seu candidato, deve conhecê-lo e não se deixar levar pela campanha publicitária.

3º Passo

Faz-se necessário um investimento concreto em educação para tornar acessível a toda população brasileira a formação média gratuita. Deve haver escolas capazes de prover ensino de qualidade para todos e estas escolas devem estar localizadas próximas às residências dos alunos. Deve também, ser extinta a necessidade familiar do trabalho infantil. Toda criança deve ter acesso à escola.

4º Passo

O voto deve ser censitário. Somente pessoas naturais do Brasil, capazes, livres criminalmente (não carcerários) e com ensino médio completo podem exercer o direito de votar. Uma vez dada condição de todas as pessoas alcançarem os requisitos do censo, o voto deve ser censitário. O voto deve ser consciente e livre. Sendo assim, não é para qualquer um. Seu direito deve ser conquistado.

quinta-feira, 8 de janeiro de 2009

Conflito na faixa de Gaza

Por que do susto com o conflito na faixa de Gaza? Desde que o lugar existe, existem nele os conflitos políticos e religiosos. A lei internacional proíbe ataques contra alvos civis, mas como separar civis de militares em uma região pátria de grandes movimentos terroristas, onde qualquer homem pode ser um homem-bomba? Será que este conflito, se transformado em guerra (envolvendo mais países), não é a “chave” para sairmos da crise financeira?

Minha opinião é que se é pra fazer guerra, então que a guerra seja feita direito. Vou explicar: Um soldado do exercito “x” mata um soldado do exercito “y”, só que o soldado do exercito “y” tem um irmão da polícia civil, que estava perto e logo em seguida mata o soldado do exercito “x”, então este tinha um filho de 10 anos que fica sabendo da morte do pai, que mesmo sem participar diretamente da guerra, cresce com ódio mortal da nação do exercito “y”. Segundo Sun Tzu (ou Maquiavel, não me lembro ao certo), ao invadir uma aldeia, mate também as mulheres e crianças, pois estas, se sobreviverem, criarão uma próxima geração de inimigos. Eu concordo.

Quando falo de aquecimento econômico através da guerra, falo em países preocupados em desenvolver tecnologia, produzir alimentos, produzir veículos e, claro, produzir equipamento bélico. Falo em um país financiando o outro, falo em geração de emprego, falo em desenvolvimento e crescimento.
Agora, se é pra ficar com esse joguinho de comadre, de foguetinho pr’um lado, foguetinho pro outro, só mata gente, cria novos inimigos e fode um pouco mais com a economia.Se é pra fazer guerra, façam direito.
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